Jogadora do ensino médio faz história ao conseguir enterrada nos EUA; assista

Fran Belibi se tornou a primeira estudante da história do Colorado a conseguir uma cravada

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Jogada rotineira no basquete masculino, a enterrada é bem menos comum nas competições femininas, e ainda mais rara nas divisões menores, como universitária e colegial. Nesta semana, por exemplo,  Fran Belibi, da escola Regis Jesuit, da cidade de Aurora, se tornou a primeira jogadora de ensino médio da história do estado americano do Colorado a conseguir uma enterrada em uma partida oficial. 

Ainda no primeiro quarto contra a escola Grand Junction, Belibi, de 1,85m de altura, roubou a bola no meio da quadra e, sem marcação, resolveu arriscar a enterrada. A festa das jogadoras e da torcida foi tão grande após o lance que o técnico da Regis Jesuit teve que pedir tempo para que os ânimos voltassem ao normal. "Acho que os torcedores definitivamente entendem a importância disso - de ser a primeira a enterrar -, mas isso foi completamente inesperado. Garotas não cravam", disse a garota de 15 anos após o jogo. 

Entre as razões para que as enterradas sejam tão raras no basquete feminino estão a altura do aro (a 3,05m do chão, mesma altura que no masculino), a média de altura das jogadoras e também a menor impulsão que elas conseguem durante os saltos verticais. Para exemplificar essa situação, a primeira enterrada da história da WNBA aconteceu apenas em 2002, com Lisa Leslie, do Los Angeles Sparks. Nos Jogos Olímpicos, a primeira dunk foi registrada apenas na edição de Londres, em 2012, com a australiana Liz Cambage. 

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